Reservatórios de água da chuva são potenciais criadouros do mosquito da dengue


Dezessete cidades mineiras estão em alerta devido ao aumento no número de casos de dengue, nos primeiros meses de 2015. E se falta chuva em muitas regiões, o que está contribuindo agora para a proliferação dos focos do mosquito transmissor da doença, é, em 50% dos casos, reservatórios que os moradores usaram para garantir que não falte água.

Em metade dos municípios que fizeram o Levantamento Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LirAa), os reservatórios caseiros de água se tornaram criadouros. As pessoas precisam mantê-los limpos e fechados. Onde não há água parada, não há dengue.

Todos os municípios em situação crítica receberão força -tarefa do governo de Minas para evitar uma epidemia. As altas temperaturas e as mudanças climáticas também contribuem com a proliferação do mosquito, que transmite a dengue e a febre chikungunya.
No entanto a orientação quanto à necessidade de os moradores ficarem atentos a tambores, baldes, vasilhas, cisternas e piscinas. Esses locais precisam ser mantidos bem fechados, para evitar que o mosquito coloque seus ovos.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) também mantém a campanha tradicional, para que a população acabe com todos os tipos de focos do mosquito da dengue. É preciso eliminar os vasos de plantas, limpar as calhas, os bebedouros dos animais, a caixa d’água e, principalmente, evitar o acúmulo de lixo.

As pesquisas recentes apontam que mais de 80% dos focos de Aedes aegyptiencontram-se dentro dos domicílios.


Cidades com mais casos em Minas: Arcos, Cambuquira, Iguatama, Araporã, Japaraíba, Arceburgo, Fronteira, D. do Indaiá, Bambuí, Centralina, Capinópolis, Carneirinho, L. da Prata, Lavras, Ribeirão Vermelho, Unaí e L. do Oeste e Paracatu.
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