Em metade dos municípios que fizeram o Levantamento
Rápido do Índice de Infestação pelo Aedes aegypti (LirAa), os reservatórios
caseiros de água se tornaram criadouros. As pessoas precisam mantê-los limpos e
fechados. Onde não há água parada, não há dengue.
Todos os municípios em situação crítica receberão
força -tarefa do governo de Minas para evitar uma epidemia. As altas
temperaturas e as mudanças climáticas também contribuem com a proliferação do
mosquito, que transmite a dengue e a febre chikungunya.
No entanto a orientação quanto à necessidade de os
moradores ficarem atentos a tambores, baldes, vasilhas, cisternas e piscinas.
Esses locais precisam ser mantidos bem fechados, para evitar que o mosquito
coloque seus ovos.
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) também mantém
a campanha tradicional, para que a população acabe com todos os tipos de focos
do mosquito da dengue. É preciso eliminar os vasos de plantas, limpar as
calhas, os bebedouros dos animais, a caixa d’água e, principalmente, evitar o
acúmulo de lixo.
As pesquisas recentes apontam que mais de 80% dos
focos de Aedes aegyptiencontram-se dentro dos domicílios.
Cidades com mais casos em Minas: Arcos, Cambuquira,
Iguatama, Araporã, Japaraíba, Arceburgo, Fronteira, D. do Indaiá, Bambuí,
Centralina, Capinópolis, Carneirinho, L. da Prata, Lavras, Ribeirão Vermelho,
Unaí e L. do Oeste e Paracatu.


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