O temor é que a falta de energia cause prejuízo,
como a perda de produtos estocados ou a paralisação de maquinário, que pode
interromper o fluxo de produção e, consequentemente, atrasar o cronograma de
entregas – o pesadelo de qualquer empresário.
Por causa disso, fornecedores de geradores, que
vendem ou alugam esse tipo de equipamento, têm trabalhado como nunca para dar
conta dos pedidos e esperam uma alta no faturamento de até 70% em 2015. Segundo
os empresários ouvidos a procura aumentou principalmente depois do apagão de
janeiro, que deixou mais de 3 milhões de brasileiros sem luz em dez estados e
no Distrito Federal.
Na época, o governo justificou que a interrupção no
fornecimento ocorreu devido a um pico de consumo fora do horário comum, entre
14h e 15h (normalmente é entre 18h e 21h). O país enfrentava uma onda de calor
que elevou a utilização de aparelhos de ar-condicionado.


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