Durante audiência realizada
ontem á tarde na câmara Municipal, a gerente da COPASA, Helenice Louback não
descartou a possibilidade de faltar água em Paracatu durante a seca de 2018, em
meados de setembro e outubro.
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| Helenice Louback |
Apesar da previsão de uma
crise hídrica mais branda poderá haver menos água nas torneiras. Helenice
Louback ponderou que a empresa vem fazendo para melhorar a captação e
abastecimento de água no município. Uma ordem de serviço de setorização foi
emitida na última segunda-feira e as obras começam ainda nesta semana. Mas
não serão concluídas a tempo de salvar o abastecimento em 2018.
Quanto ao terreno para
construção de um reservatório, ela ressaltou que a negociação com o
proprietário das terras está em vias judiciais, já que ele voltou atrás e pediu
um valor maior pela área de cerca de cinquenta mil metros quadrados. A
prefeitura decretou a área como sendo de utilidade pública.
De acordo com Helenice,
a companhia elegeu quatro linhas de ação prioritárias, como a perfuração
de poços profundos, obras de setorização, construção do reservatório de
acumulação de água, e uma nova captação. Destas apenas os poços estão mais adiantados, e já estão sendo interligados, a maioria já equipados com bombas e barriletes, para que entrem em funcionamento falta a construção da adutora de alguns dos poços.
A presidente da comissão,
Vereadora Marli Ribeiro, disse que a audiência foi válida para esclarecimento,
mas que as explicações não foram satisfatórias e que estará encaminhando um
relatório ao Ministério Público
Já o vereador Pedro Adjuto,
foi bem enfático e cobrou responsabilidade do poder público e vigilância com
relação ao contrato com a COPASA
Reportagem: Ritha Ribeiro
A COPASA está confiante numa
saída para os problemas de abastecimento na cidade, mas isso deve acontecer a
médio e longo prazo. Enquanto a solução não chega, a população pode ajudar
fazendo a sua parte, ou seja, economizando água.



