Veja a lista dos pontos de bloqueio em Minas Gerais:
No início da tarde desse sábado, em nota direcionada à imprensa, a Polícia Rodoviária Federal divulgou que, pouco antes do fim da manhã, havia 596 áreas bloqueadas (que se mantêm ativas) nas estradas do Brasil, índice que, desde a madrugada, chegava a 1.140. Os dados atualizados dão conta de que 544 pontos foram desbloqueados entre 0h e 11h30 desse sábado. A corporação informou ainda que os bloqueios são parciais e não interferem na movimentação de veículos. Continua o decreto que acionou o apoio das Forças Armadas para atuar no problema.
Nessa sexta-feira, o ministro Raul Jungmann, da Segurança Pública, informou que o total de pontos de bloqueio havia chegado a 938, dos quais 419 foram liberados. Os 519 bloqueios parciais que continuaram nas rodovias nacionais acabaram se desmembrando em bloqueios menores, aumentando o número das ocorrências, mas, no momento, o total dos lugares dos protestos caiu pouco mais que 52%. A PRF disse ainda que está apoiando os manifestantes durante as desmobilizações, para garantir a segurança.
Segundo o relatório oficial da Polícia Rodoviária Federal, "corredores para a circulação de cargas sensíveis, transporte de animais, gêneros alimentícios, equipamentos essenciais, combustíveis, etc, estão sendo mantidos pela PRF, além de prestação de apoio aos manifestantes durante as desmobilizações no intuito de garantir a segurança de todos os usuários das rodovias federais".
Fontes do Planalto acreditam que o número de pontos de bloqueio não reproduz com fidelidade o quadro da crise gerada com a paralisação dos caminhoneiros. Apesar do desbloqueio de pontos estratégicos em rodovias federais, o movimento teria começado a se pulverizar, atuando em pontos secundários dos trechos, o que explicaria o aumento no número total de pontos. Para o Palácio do Planalto, a principal estratégia é garantir um corredor de abastecimento para não comprometer o transporte de mercadorias.
Segundo o relatório oficial da Polícia Rodoviária Federal, "corredores para a circulação de cargas sensíveis, transporte de animais, gêneros alimentícios, equipamentos essenciais, combustíveis, etc, estão sendo mantidos pela PRF, além de prestação de apoio aos manifestantes durante as desmobilizações no intuito de garantir a segurança de todos os usuários das rodovias federais".
Fontes do Planalto acreditam que o número de pontos de bloqueio não reproduz com fidelidade o quadro da crise gerada com a paralisação dos caminhoneiros. Apesar do desbloqueio de pontos estratégicos em rodovias federais, o movimento teria começado a se pulverizar, atuando em pontos secundários dos trechos, o que explicaria o aumento no número total de pontos. Para o Palácio do Planalto, a principal estratégia é garantir um corredor de abastecimento para não comprometer o transporte de mercadorias.




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