A Diretora de Conservação e Recuperação de ecossistemas do
Instituto Estadual de Florestas, o IEF-
anunciou nesta última semana a priorização de recursos financeiros,
materiais e humanos para a intensificação de estratégias para a recuperação
ambiental – Fernanda Teixeira Silva endossa as iniciativas realizadas em
viveiros e áreas de reflorestamento com apoio a produtores rurais no sentido de
recuperar áreas degradadas e a melhora no planejamento de uso de territórios em
todo o estado.
O governo de minas também incentiva a reforma, estruturação e
modernização de viveiros de mudas, por meio do Projeto Plantando o Futuro.
Em 2017, os pagamentos do Programa Bolsa Verde foram retomados e
o programa abrange atualmente um total de 2.696 beneficiários, responsáveis
pela conservação de quase 90 mil hectares nos Biomas Caatinga, Cerrado e Mata
Atlântica em Minas Gerais, sendo repassados cerca de 19 milhões de Reais.
Para fortalecer a cadeia de restauração no estado, o Promata II
planejou e começou a desenvolver em 2018, o Programa de Regularização Ambiental
(PRA), ferramenta que sucederá o Cadastro Ambiental Rural (CAR).
Segundo o gerente de Fomento e Recuperação Ambiental do IEF,
Thiago Gelape, uma consultoria foi contratada e será responsável pela
realização de reuniões e oficinas, com a participação de representantes de
diversas instituições que possuam interface com o PRA. “O objetivo é obter
subsídios para a construção de proposta de marco legal e também de um manual
para o Programa”, afirma.
O engajamento de instituições públicas, ongs e privadas tem
colaborado com o aprimoramento de ações preventivas. A consolidação das lições
aprendidas com as experiências de restauração na região atingida pelo
rompimento da Barragem de Fundão, em Mariana, em novembro de 2015, tem servido
como uma importante ferramenta para a difusão de conhecimentos.
Não deve mais haver espaços
para tragédias como esta de Mariana. As consequências são inimagináveis e irrecuperáveis.
Para sempre estarão marcadas na memória do brasileiro.


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