da Redação - Equipe JDP - Repórter: Ritha Ribeiro
Foto: Tonhão Vieira
É sempre bom lembrar que o Mover é uma organização genuinamente paracatuense e em 2017 completou 30 anos de atividades na defesa e no ativismo ambiental.
A preocupação com os recentes quadros de complexidade de recuperação, prejuízo e perda dos recursos ambientais, acirra ainda mais a necessidade da sociedade se fazer representar nos colegiados, que são instâncias de decisão, de proposição de normas ou aconselhamento técnico, para a composição dos rumos das políticas públicas para o setor.
Os grupos sociais costumam fazer barulho, muito barulho, quando alguma calamidade atinge as localidades, mas por vezes, se esquecem de usar esta mesma energia na busca ou na oferta de sugestões para amenizar ou resolver o problema.
Um exemplo claro disso foi a crise de abastecimento de água, vivida no ano passado por Paracatu. Foi preciso chegar ao extremo da seca para que houvesse mobilização. E mesmo assim, passado o olho da crise, as vozes se apaziguaram e o problema seguiu camuflado, como que fracionado em casos menores e localizados.
Poucos procuraram a raiz do drama e foram buscar formas de não só combater o mal instalado, mas prevenir que no ano de 2018 aquilo tudo voltasse a acontecer.
Para defender, há que se conhecer - antes de tudo para que se possa ter argumentos.
Esta representação no CERH/MG significa poder observar bem de perto e de dentro dos órgãos de decisão, qual será o destino de nossa região, de que recursos poderemos nos servir, onde poderemos intervir e sobre tudo, qual o resultado poderemos alterar. Este é o objetivo principal de uma organização social e está sendo levada a sério e a cabo pelo Mover.
Além do Mover foram eleitas a ANGÁ, sediada em Uberlândia e o Instituto Guaycui sediado em Belo Horizonte.
Mais representação
Também na tarde de hoje, Tonhão Vieira - Presidente do MOVER e representante do CBH Paranaíba - esteve presente em reunião ordinária do Colegiado Coordenador do Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas.



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