
Todos os dias, em nossas residências,
geramos uma grande quantidade de um tipo de resíduo chamado de “lixo
doméstico”, composto por materiais plásticos, óleo de cozinha, restos de
alimentos, embalagens, produtos de higiene pessoal, dentre outros.
E todo dos estes dejetos somados e
descartados de modo incorreto vem chamando a atenção de moradores de
praticamente todos os bairros de Paracatu. Mesmo as pessoas sabendo quais os dias e
horários do caminhão de coleta, alguns ainda insistem em depositar sacos,
caixas e outros em via pública no tempo inadequado.
Os transtornos são imensos e vão desde o acúmulo
de sujeira nas portas, a animais de rua vasculhando os sacos a procura de comida
e o pior deles que é a atração de infestações como escorpiões, baratas,
roedores, moscas e outros que colocam em risco a saúde e a integridade física
das pessoas em volta.
Outro prejuízo paralelo é o descarte próximo
a córregos o que acarreta a contaminação do curso d’água e as consequências da
atitude nem sempre está tão clara para quem as pratica.
Moradores do bairro Cidade Nova atestam que
não há caçambas coletoras e que mesmo com a participação voluntária dos
vizinhos, fazendo a limpeza de suas portas, a situação se repete todos os dias.
No Alto do Açude outra residente fala sobre
o que sente a respeito do cenário na Rua João Mendes. O problema ali já e a rede de esgoto defeituosa. Ela diz que mora no local há 5 meses e que “Não tem um dia se quer em que esse esgoto não esteja escorrendo na rua, o mal cheiro é horrível, todo dia é mesma coisa e antes eu vir morar aqui ele já escorria desse mesmo jeito, o vizinho de cima colocou terra como barreira para o esgoto não descer no beco, assim ele cai direto no bueiro, mas o mal cheiro é impossível de tirar”.
No bairro JK o problema da formação de montes de lixo se repete e com o
agravante de haver um grande espaço sob a rede elétrica que se torna um local onde
a população faz um depósito permanente.
Uma campanha de
esclarecimento e observação da cidade
foi sugerida pela SubTenente Cristina,
da Polícia Militar em seus grupos de redes sociais e muito bem recebida pelos cidadãos que fazem seus relatos e
mostram esgoto, criação de animais dentro do perímetro
residencial e muito entulho de construções.
As opiniões confirmam que é mesmo o morador que deixa de cuidar do seu entorno.
Outro elemento debatido é a coleta do
material reciclável.
Em Paracatu a Coopercicla é a responsável
pelo recolhimento, mas é importante saber quais materiais são realmente
reaproveitáveis: papelão; alumínio; caixarias; garrafas pet; vidros de shampoo,
condicionador, detergente, amaciante, desinfetante (e outros); pet de óleo; pet água; tetra pac; papéis; livros e
revistas; copinhos descartáveis; plásticos e lonas.
Outros materiais são inservíveis para
reciclagem, não são recolhidos, mas devem ser embalados com cuidado para o descarte por serem de natureza perfurocortante: vidros; giletes; lâmpadas; seringas e outros por não poder ser destinados ao aterro sanitário como pneus; isopor; sapatos e roupas; madeira; pilhas; papel higiênico;
marmitex e similares.
Para os crimes de degradação além da Prefeitura,
deve-se entrar em contato com a Polícia Ambiental pelo 190.
Porém é a consciência e a educação que serão
os nossos maiores aliados na manutenção de nosso local de residência mais
agradável e saudável para viver. Converse com seus vizinhos e mantenha a
vigilância.
**Agradecimento aos integrantes dos grupos GiroPolicial 09 por suas fotos e a Sub Tenente Cristina pela iniciativa de conscientização de boa vizinhança e conservação ambiental.


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