A ONU Meio Ambiente e o Google anunciaram uma parceria que
promete mudar a forma como vemos o nosso planeta. Combinando de maneira inédita
ciência ambiental, big data e acessibilidade, as duas instituições criarão uma
plataforma para mapear e visualizar os impactos da atividade humana nos
ecossistemas. Iniciativa utilizará a computação em nuvem da empresa de tecnologia
e os catálogos públicos de observação terrestre.
Com a colaboração, pela primeira vez, governos, ONGs e a
população em geral conseguirão acompanhar metas específicas de desenvolvimento
relacionadas ao meio ambiente, através de uma interface fácil de usar.
Frequentemente, quando um país procura implementar uma política ambiental,
percebe que faltam dados para direcionar essas ações de forma segura e eficaz.
Com as ferramentas de análise e visualização do Google Earth Engine, o mundo
pode finalmente começar a preencher essas lacunas.
Inicialmente, o projeto terá como foco os ecossistemas de
água doce, incluindo montanhas, florestas, pântanos, rios, aquíferos e lagos.
Essas áreas representam 0,01% da água do mundo, mas são o habitat de quase 10%
das espécies conhecidas – e as evidências sugerem uma rápida diminuição da sua
biodiversidade.
O Google produzirá periodicamente mapas geoespaciais e dados
sobre ecossistemas relacionados à água, empregando a tecnologia de computação
em nuvem. Serão geradas imagens de satélite e estatísticas para avaliar a
extensão da mudança que ocorre nos corpos d’água. As informações serão de livre
acesso para garantir que as nações possam rastrear mudanças, prevenir e
reverter a perda dos ecossistemas.


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