
Na noite deste último domingo (23) o Hospital Municipal foi
palco de uma discussão pra lá de acalorada entre o vereador Marcone do Paracatuzinho
e funcionários da instituição, a qual resultou num desfecho nada agradável ao
parlamentar.
Segundo a própria ocorrência, a atendente relata que o
vereador afirmou já ser esperado por um médico plantonista e clamou por atendimento imediato, fazendo uso de suas
prerrogativas. Como norma da casa, sem o devido consentimento, ninguém entra
nas dependências privadas do hospital, pois o risco de contaminação é evidente
e o ambiente hospitalar tem regras rígidas quanto a movimentação de pessoas. É
uma medida preventiva.
O vereador teria se excedido em seu modo de dirigir-se aos
atendentes e demais funcionários do hospital ao solicitar seus nomes e proferido
insultos, ainda segundo o documento, ensejando o texto que pode ser conferido na ocorrência, com a
especificação de ameaça.
O HM tem escala de prioridades dos atendimentos, não importando a função do cidadão. A urgência continua sendo urgência.” Diz um funcionário que preferiu não ser identificado.
A polêmica foi levada ao extremo na noite de domingo quando
todos os envolvidos foram para a Delegacia de Policia e a ocorrência foi
registrada. O vereador foi detido e logo após, liberado sob fiança.
Ainda de acordo com o Boletim de ocorrências, “a guarnição em contato com o autor Marcone,
este apresentou-se como vereador e durante conversa foi notado que este estava
com sintomas de embriaguez, sendo andar cambaleante, hálito etílico e olhos
avermelhados.”
Ouça o relato do fato feito pelo diretor do Hospital
Municipal
Nossa reportagem conversou com o Vereador na tarde de ontem
ele nos conta a sua versão dos fatos. Ele fala como foi o início da confusão:
O vereador confirma
que retornou ao HM na manhã da segunda feira (24):
Quanto aos indícios de embriaguez observados pelos policiais
e lavrado em ocorrência Marcone atesta:
O vereador enviou a nossa redação os resultados dos exames
toxicológicos rápidos de praxe do hospital, que atestaram negativo para as
substâncias consideradas entorpecentes.
Ainda segundo o parlamentar, agora sua assessoria jurídica
estaria tomando conta do caso para providências futuras.
O diretor do HM reafirma que não exigiu que fossem feitos os
exames e que também irá procurar sua defesa, pois se sentiu ofendido. “A
justiça é o melhor caminho”, disse ele.
**Nota da redação: Cada autoridade dentro da sua seara tem a sua própria normativa.
**Nota da redação: Cada autoridade dentro da sua seara tem a sua própria normativa.

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