
O mercado de aluguel de imóveis na cidade obedece a ondas de ocupação e desocupação tão
oscilantes quanto as de uma cidade de porte médio na região sudeste.
Além de grandes empresas instaladas nos arredores da cidade,
temos também um fluxo significativo de estudantes universitários que inflam e
murcham a cidade em períodos específicos.
No momento os imóveis estão na sua média de capacidade e com
a aproximação do fim do período letivo e o começo de férias, a tendência é a
renovação dos inquilinos.
Os valores é que assustam a quem vem de fora e tem que arcar
em média com um aluguel de uma quitinete beirando os 600 reais no centro da
cidade. Some-se a isso uma conta de energia, transporte, alimentação, internet
e outros benefícios. Deixar a terra natal e vir morar aqui acumula um valor que
começa a pesar no bolso do novo paracatuense.
O jeito é apelar mesmo para as tão conhecidas repúblicas ou
se hospedar em pensões que tem crescido em número e características por toda a
cidade. Outra boa saída é procurar residências em bairros mais afastados do
centro, onde é possível alugar uma quitinete básica por aproximadamente 400,00
que é o caso do bairro Paracatuzinho.
Se a opção for um imóvel de construção nova e acabamentos
mais finos, os de dois quartos estão na faixa de 1.200,00 no centro da cidade.
Se pesquisados nos bairros, o valor cai para 800,00.
O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M registrou inflação
de 1,06% na primeira prévia de outubro deste ano. Como resultado, o índice
usado em contratos de aluguel acumula alta de 10,99%. O que vai certamente
impactar os valores de locação de imóveis de pequeno e médio portes onde a
negociação para obter descontos é direta.
| Procurar e pechinchar é a lei |
Já para os moradores que tem contratos antigos, é sempre bom
ficar de olho nos reajustes na data de aniversário do seu contrato. Ao fim do
contrato de aluguel, inquilinos interessados em continuar no imóvel podem se
assustar com os novos valores propostos pelos locadores para a renovação, por
isso a saída é negociar. A situação favorece a pechincha.
A conservação do imóvel e o pagamento em dia também devem
ser usados como argumentos para pedir desconto ao proprietário. Afinal, se o
inquilino conserva o imóvel, paga em dia e não reclama por qualquer coisa, o
locador deve fazer um esforço para segurá-lo.

0 comentários:
Postar um comentário
Seu comentário pode estar sujeito à análise da equipe JDP. A opinião é para sempre livre. Seu AUTOR responde integralmente por ela e o JDP se isenta de responsabilidades por seu teor. Porém, pedimos comiseração e bom senso a todos os participantes. RESPEITO é um bom conselheiro.