Sabe aquela imagem que você recebeu no grupo da família do
WhatsApp? Há chances – e grandes chances – de ela não ser verdadeira.
Um levantamento realizado por professores da Universidade de
São Paulo e da Universidade Federal de Minas Gerais, especializada em checagem
de fatos, constatou que só 8 em cada 100 imagens compartilhadas em grupos na
plataforma podem ser classificadas como verdadeiras.
A pesquisa analisou mensagens que circularam em 357 grupos
de WhatsApp monitorados pelo projeto Eleição sem Fake, da universidade mineira,
em setembro e outubro. A checagem foi feita por amostragem e o modelo
populacional de Paracatu e circunstâncias geográficas e economicamente
estratégicas, nos enquadram como cenário similar aos da amostra da pesquisa.
Os resultados não podem ser generalizados, mas trazem
indícios importantes para a compreensão do que chamam de fenômeno da desinformação,
vindo em forma de imagens ou mensagens.
Em tempos em que se fala todos os dias nas tais fakenews, já
há sugestões para o combate dos compartilhamentos inconsequentes que seria a
redução da possibilidade de encaminhamento de mensagens para, no máximo, cinco
destinatários. Hoje, o WhatsApp permite o envio para até 20 pessoas ou grupos
simultaneamente.


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