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| Secretária Ana Amélia descreve as experiências de sucesso do Família Acolhedora |
Em reunião com a imprensa na Casa de Cultura, na última sexta-feira (9) a Secretária de Ação
Social, Ana Amélia Medeiros teve a oportunidade de mostrar os avanços conquistados na implantação do programa Família Acolhedora, a
exemplo de outras cidades no país onde a iniciativa já vem colhendo bons
frutos, com o é o caso de Cascavel no Paraná.
A secretária começa pontuando que ela e sua equipe passaram por uma espécie de vivência e de mergulho no tema durante
um seminário em Belo Horizonte, para que se trouxesse uma
base firme para a cidade com o propósito de colocar em prática o mais
breve possível.
A Família Acolhedora é uma opção prevista no Estatuto da Criança e do
Adolescente e já tem tipificação específica no Sistema Único de Assistência
Social (SUAS), ela é uma alternativa para a criança que se encontra em situação
de risco social, ser recebida em um lar
temporário ao invés desta ser recolhida a um abrigo.
A união do sistema de justiça e do SUAS está propiciando um benefício
direto a estas crianças que necessitam de lares alternativos com urgência. O
sistema garante que 90% das crianças acolhidas nesse sistema atingem níveis de recuperação
emocional e maior equilíbrio.
QUEM PODE
PARTICIPAR
As famílias que desejarem participar do programa, primeiramente, tem
claro que elas compõem uma rede de amparo social e não são lares adotivos, tão
pouco poderão estar em fila de espera de adoção. O trabalho é feito
voluntariamente, mas somente após terem passado por cinco fases de capacitação
para serem classificadas é que passam a receber as crianças entre 0 e 18 anos. As
famílias candidatas devem mostrar consistência histórica e aptas a participarem
da reconstrução do núcleo familiar do acolhido ou abrigarem a criança até que a
situação da família original esteja estabilizada.
A meta da SEDAS é iniciar o processo de cadastramento e habilitação das
Famílias Acolhedoras – nesta primeira fase serão 15 – até que o município não necessite
mais ter abrigos institucionais.
Há vários estudos indicando que uma criança acolhida numa família e
inserida em sua rotina habitual e corriqueira, promove um bem estar e facilita
até mesmo o seu aprendizado e desenvolvimento intelectual.
Para única e exclusiva manutenção da criança no lar acolhedor, a
prefeitura vai subsidiar os gastos da criança com um salário mínimo, repassado
mensalmente aos responsáveis temporários, durante a permanência da criança sob
sua responsabilidade.
Vale lembrar que o município de Paracatu já tem uma lei aprovada e
assinada pelo Prefeito Olavo Condé que regulamenta a atividade.
No próximo dia 19, entre 18 e 21 horas acontece o Seminário de
Acolhimento Familiar, na Câmara Municipal e as famílias que desejarem conhecer
o sistema mais de perto terão a oportunidade de se instruir ou mesmo já fazer
um cadastro no local.



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