Tribunal confirma derrota do Paracatu por W.O.


Após o adiamento da última segunda-feira, nesta quarta (11) aconteceu o
julgamento do caso do W.O envolvendo o jogo Ceilândia x Paracatu, pela primeira rodada do Candangão.

A 2ª Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva deu ganho de causa ao alvinegro, por unanimidade, com um resultado de 4 votos a zero. A decisão, no entanto, cabe recurso, mas o presidente do Paracatu, Elias Andrade, informou ao Esporte Candango que não vai recorrer.

No discurso da defesa, Elias Andrade explicou que a equipe só abandonou a competição porque não havia outra medida a ser tomada, uma vez que um dos sete jogadores que iniciaram a partida lesionou-se logo no primeiro minuto de jogo.

O dirigente chegou a apresentar um parecer assinado pelo fisioterapeuta do clube, atestando que o goleiro Vitor foi para o jogo no sacrifício e acabou sentindo no primeiro chute que deu na bola. O documento, no entanto, foi contestado pela procuradoria sob a alegação de que o profissional que o assinou não era habilitado para tal finalidade. “Deveria ter sido assinado por um médico ortopedista”, alertou o procurador.

No julgamento do mérito, todos os outros três auditores acompanharam o voto do relator do processo, Dr. Marcondes Bráulio, confirmando a vitória do time alvinegro por 3 a 0. Antes de revelar o voto, no entanto, o relator lembrou que o Paracatu foi a única equipe a apresentar-se na rodada de abertura do campeonato com número reduzido de jogadores.

Assim como a procuradoria, o juiz considerou que a contusão do goleiro Vitor foi combinada. “Basta ver que existem 11 equipes no campeonato. Houve outra equipe com apenas sete jogadores em campo?”, questionou o relator para depois votar no sentido de dar vitória por W.O ao Ceilândia.

Para ratificar o W.O favorável ao Gato Preto, os auditores aplicaram o artigo 29, parágrafo 2° do Regulamento Geral de Competições da Federação Brasiliense de Futebol 2015, conjugado com o artigo 53, parágrafos 3° e 4° do atual Regulamento Geral de Confederação Brasileira de Futebol.

O clube mineiro também foi multado em R$ 1.000,00, com a aplicação do artigo 205 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva (CBJD).  Neste sentido, o auditor Aldo Zago divergiu dos demais integrantes da sessão ao aplicar uma multa pesada, no valor de R$ 50 mil, mas foi voto vencido. Com isso, os times inverteram de posição na tabela de classificação. Enquanto o Ceilândia agora ocupa quinta posição, o Paracatu vem logo atrás, em sexto, ambos com sete pontos, mas o alvinegro tem um jogo a menos.

Contribuição: Esporte Candango
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