Ele afirma que, mesmo com os recentes reajustes anunciados
pelo governo, não entende as oscilações, porque os hábitos continuam os mesmos
e, em alguns casos, o consumo especificado na conta também. Como exemplo, ele
cita o que ocorreu em fevereiro e abril: o gasto de energia foi idêntico nos
dois meses, de 109 quilowatt-hora (kWh). Mas com o reajuste de 17% entre os
períodos, ele pagou R$ 78,68 no segundo mês do ano e R$ 92,07 no quarto.
“As altas têm sido constantes. Ocorreram em 2014 e continuaram de forma progressiva em 2015”, disse Vinícius Teixeira. Ele defende que a prática de diminuição das tarifas deveria ser estimulada e não o contrário. Segundo o bancário, o aumento de forma mais assustadora ocorreu nesta última conta. “O valor para a bandeira vermelha dobrou, o custeio da iluminação pública aumentou em 50% e o preço da energia, de R$ 0,646, passou absurdamente para R$ 0,821. Nunca havia visto um reajuste tão significativo”, destaca o consumidor. O consumidor disse que a fatura de energia chegou a R$ 132. “Só de tributos paguei R$ 40, algo próximo de 30% da conta destinado ao governo. Para quem não fica muito em casa, até meses atrás era inimaginável uma conta neste valor”, disse. Teixeira afirma ainda que os hábitos continuam exatamente os mesmos. “Em casa, somos apenas duas pessoas e utilizamos a energia sem exageros, hábitos comuns como televisão, computador, chuveiro e máquina de lavar roupas. Sempre buscamos utilizar a eletricidade de forma consciente”, ressalta.
Procurada a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig)
recomendou que os clientes com dúvidas acessem o site da empresa (www.cemig.com.br) ou liguem no 116 – que
funciona 24 horas por dia – para obter informações de contas e tarifas, além de
destacar o site da Aneel (www.aneel.gov.br) para esclarecer dúvidas sobre as
bandeiras tarifárias. A companhia também lembrou que o valor da tarifa aumentou
no país.


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