A Secretaria Municipal de Saúde de Itabira, na Região Central do estado,
confirmou nesta quarta-feira, o primeiro caso de febre amarela na cidade. Trata-se
de um homem de 42 anos, morador da zona rural que faleceu no último sábado.
Sendo assim, o número de óbitos chega a 43, segundo levantamento do Estado de
Minas com base no balanço da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e informações
de Municípios mineiros onde as vítimas vivam.
O paciente deu entrada no Hospital Nossa Senhora das Dores, em 19 de
janeiro, com febre. Ele foi medicado, ficou em observação e recebeu alta. Após
alguns dias, retornou ao hospital e foi internado. "O paciente entrou em
um quadro de insuficiência renal e, posteriormente, foi encaminhado à Unidade
de Tratamento Intensivo (UTI), mas não resistiu. Ele estava sob o protocolo das
febres hemorrágicas (dengue, chikungunya, febre maculosa e febre
amarela)", informou a prefeitura.
Foram encontrados dois macacos
mortos em Itabira. Um na região do Barro Branco, dia 13 de janeiro, outro na
portaria da mina Conceição, dia 18 deste mês. Todos os dois foram enviados a
Belo Horizonte e, depois, reencaminhados à Fundação Educacional de Divinópolis
(FUNEDI) para a realização de exames. A previsão do resultado é de 30 dias.
O balanço oficial da doença divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde
(SES/MG), divulgado nessa terça-feira, contabiliza 81 casos, sendo 36 mortes.
Outros 208 casos seguem sendo investigados pela pasta. Mariana, na Região
Central de Minas, é a cidade com o maior número de casos confirmados de febre
amarela. De acordo com o boletim, são 14 vítimas, sendo que quatro morreram.
Nova Lima, na Região Metropolitana, tem 11 registros de febre amarela, sendo
que seis resultaram em morte. Ainda é o município com o maior número de óbitos.



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