Em
meados de fevereiro o FM REPÓRTER já anunciava um surto de conjuntivite na
cidade, na época, o secretário de Saúde disse que eram apenas casos comuns á
estação de verão.
A doença se alastrou, virou epidemia e os postos de saúde
estão lotados por pessoas com olhos vermelhos, ardidos e lacrimejantes.
Famílias inteiras estão contaminadas.
Na casa do mecânico Evandro, por exemplo,
quase todos os integrantes pegaram conjuntivite “Aqui só minha tia que não
pegou, mas eu, a minha esposa, as quatro crianças, minha mãe e meus irmãos,
estamos contaminados. Um litro de colírio é pouco pra tanta gente".
O
alto poder de contaminação faz a doença se espalhar rapidamente na família,
escola, igreja ou qualquer outro local com aglomeração de pessoas.
Lembramos alguns cuidados que podem ser
tomados para diminuir os riscos de se pegar a doença:
Não
colocar as mãos nos olhos para evitar a recontaminação.
Evitar
coçar os olhos para diminuir a irritação da área.
Lavar
as mãos antes e depois do uso de colírios ou pomadas. Ao usar, não encoste o
frasco do colírios ou da pomada no olho.
Não
compartilhar lençóis, toalhas, travesseiros e outros objetos de uso pessoal de
quem está com conjuntivite e evitar piscinas.
A
conjuntivite é uma doença que se caracteriza pela inflamação da conjuntiva,
causada por agentes tóxicos, alergias, bactérias ou vírus. A conjuntivite viral
é altamente contagiosa, freqüente no verão, e apesar de não ser grave provoca
muito incômodo e alguns cuidados devem ser tomados para que não se transforme
em epidemia.
Os
principais sintomas da conjuntivite são:
Olho
vermelho e lacrimejante;
Inchaço
nas pálpebras;
Intolerância
à luz;
Visão
embaçada;
Visão
borrada.
Não
existe tratamento específico para conjuntivite viral. Para diminuir os sintomas
e o desconforto pode-se utilizar soro fisiológico gelado e compressas sobre as
pálpebras, limpar os olhos com frequência, ou ainda, usar colírios
lubrificantes e lágrimas artificiais.

