O presidente Michel Temer vai
anunciar o segundo reajuste do Bolsa-Família na sua gestão amanhã, 1º de maio, Dia do Trabalho.
O percentual do aumento ainda não
foi definido mesmo havendo seguidas reuniões com representantes do Planejamento
e do Ministério do Desenvolvimento Social, que administra o benefício.
Durante a semana, a equipe
econômica e a equipe do Desenvolvimento Social tentaram fechar os valores, mas
não houve consenso. Enquanto a ala econômica quer no máximo liberar uma
reposição da inflação, a ala política pretende usar a bandeira do reajuste como
um feito positivo do governo e buscava algo próximo dos 5% de aumento, o que o
Ministério do Planejamento tem resistido. Um reajuste para repor a inflação de
2017, de 2,95%, teria custo de R$ 1 bilhão.
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