Segundo a lei
eleitoral em vigor, os valores arrecadados para gastos em campanha a cargos
proporcionais está super vigiado.
E todos sabem
que carros de som, adesivos, santinhos, aluguel de birô de campanha e outros
materiais implicam em um gasto significativo. Mas o que representa mesmo um
gasto é a mão de obra e as viagens do candidato. Minas Gerais é um país dentro
de um país.
O território
paracatuense tem aproximadamente 8mil e 500 quilômetros quadrados, sendo o primeiro
em número de população, seguido de perto por João Pinheiro que tem um pouco
mais do que a metade de nossos habitantes. O que dificulta a vida dos
candidatos, pois os municípios são distantes uns dos outros e tem muita
atividade na área rural.
O fôlego
financeiro vem de um fundo de arrecadação. De acordo com as regras
estabelecidas pelo TSE, os limites variam de acordo com o cargo disputado pelos
candidatos.
Cada campanha
para presidente da República pode gastar até R$ 70 milhões no primeiro turno
das eleições 2018. Quem chegar ao
segundo turno, poderá gastar mais R$ 35 milhões.
Para nossos 2 candidatos
a deputado federal, o limite é de R$ 2,5 milhões; e para os 7 a deputados estaduais de R$ 1 milhão. Para
os candidatos a governador e senador variam conforme o tamanho do eleitorado de
cada Estado. Em MG é de 14 milhões. Os candidatos ao Senado pelo Estado poderão
gastar até 4 milhões e 200 mil.
Agora, se você
é entusiasta de algum candidato, desde o dia 15 de maio está valendo a
modalidade da vaquinha virtual. Empresas estão expressamente proibidas de fazer
doação e pessoas físicas estão liberadas para doar até 10% da renda de 2017. Com
um limite: apenas 1.064 reais por dia. O tribunal exige que o nome de quem fez
e o valor doado seja público. Então, se você vai doar, e impulsionar uma das
candidaturas paracatuenses, saiba que seu nome vai está na lista para qualquer
um ver.



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